Simulador com taxas de ocupação reais por região em Portugal. Resultado em segundos, sem registo.
Pipeline de leads, orçamentos, calendário, iCal sync com Airbnb e Booking.
Gratuito para começar, sem cartão de crédito.
Em Lisboa e Porto, um T2 bem localizado pode gerar entre €18.000 e €35.000 de receita bruta anual. No Algarve, a sazonalidade é mais acentuada mas os preços em época alta são mais elevados. Após custos operacionais, a rentabilidade líquida ronda os 55–70% da receita bruta.
Os principais custos fixos são: seguro de responsabilidade civil obrigatório (€200–€600/ano), livro de reclamações, alvará municipal e registo no RNAL. A estes somam-se os custos variáveis: limpeza entre estadias, consumos, manutenção e comissões das plataformas (Airbnb cobra 3% ao anfitrião, Booking.com cobra 15–20%).
Idealmente em ambos, com sincronização de calendário para evitar double bookings. O Airbnb tende a ter estadias mais longas e hóspedes de maior qualidade. O Booking.com tem maior volume de tráfego e é mais forte para last-minute. A sincronização via iCal é gratuita e evita conflitos de reservas.
Sim. Os rendimentos de alojamento local tributam em IRS como categoria B (rendimentos empresariais e profissionais). Abaixo de €200.000/ano pode optar pelo regime simplificado, em que 35% dos rendimentos são tributáveis. Recomenda-se consultar um contabilista especializado em AL.
As principais alavancas são: gestão dinâmica de preços (ajustar ao calendário local e sazonalidade), boas fotografias profissionais (aumentam conversão em 20–40%), resposta rápida a leads (menos de 1 hora melhora o ranking nas plataformas) e cross-selling de experiências locais. Um sistema de gestão como o ALpronto ajuda a centralizar e profissionalizar estas operações.